Os 7 Jogos Mais Ofensivos da História

A violência nos jogos sempre foi algo bastante discutido. Jogos como GTA, hora ou outra, repercutem na mídia por terem sido proibidos em um país, ou por algum crime relacionado, fazendo pais e jogadores do mundo inteiro se perguntarem se jogos violentos são, ou não, má influência para os jovens. Talvez escreva sobre isso futuramente….

Mas se você olhar além da violência física – e do sensacionalismo da mídia-, verá que existem jogos que se destacam por uma temática verdadeiramente ofensiva, um tipo pior de violência, com temáticas exageradas e ofensivas.

Nas próximas páginas vocês conhecerão 7 deles e, NÃO SE ESQUEÇA de deixar sua opinião no final do post. Clica aí na próxima página e aproveite!

1. RapeLay

Desenvolvedora: Illusion Soft

Plataforma: PC

Lançamento: Abril de 2006

Começo com a mãe de todas as polêmicas. Em RapeLay nosso objetivo é abusar sexualmente de jovens japonesas, colegiais.

Podemos “apalpá-las” nos vagões do metrô, nas estações e no banheiro, e uma vez que estamos sozinhos, sem ninguém olhando, podemos consumar o ato.

Por si só o jogo já possui uma temática perturbadora, mas o pior vem do fato do jogo nos estimular a cometer um abuso perfeito, deixando a vítima mais indefesa possível.

Se não o fazemos bem, a jovem acabará escapando. Neste caso “perderemos” a partida.

2. Custer’s Revenge

Desenvolvedora: Mystique

Plataforma: Atari 2600

Lançamento: Outubro de 1982

Voltamos um pouco no tempo para falar de outro jogo que trouxe polêmica na sua época.

Em Custer’s Revenge, para Atari 2600, estamos na pele do lendário General Custer, que busca vingança por sua derrota na Batalha de Little Bighorn.

E qual é sua vingança? O estupro de uma nativa americana (um detalhe básico, na vida real, Custer morre nessa batalha).

No jogo, o jogador deverá superar todo tipo de obstáculos no deserto, controlando o general seminu, e com uma ereção mais que evidente.

Se você conseguir superar todos os desafios da travessia, encontrará seu “prêmio”: uma nativa atada a um poste indefesa para fazer o que quiser com ela.

Como uma empresa é capaz de dar vida a essa história trazendo-a para um jogo de videogame? É inacreditável.

3. Ethnic Cleansing

Desenvolvedora: Resistance Records

Plataforma: PC

Lançamento: Janeiro de 2002

Com esse nome (Limpeza étnica), acredito que não preciso explicar o motivo desse jogo constar nessa lista, tão pouco o objetivo do jogo.

Mas se você ficou com alguma dúvida, em Ethnic Cleasing o jogador assumirá o papel de um membro da Ku Klux Klan, cujo único objetivo é acabar com o maior número de negros, judeus, latinos ou qualquer outra raça que não seja branca “pura”.

Se você está se perguntando o porquê de uma empresa desenvolver esse tipo de jogo, saiba que a Resistance Records é propriedade da National Alliance, famosa por dar suporte a alguns grupos Neonazistas e de supremacia ariana mais conhecidos e perigosos do planeta.

4. Muslim Massacre: The Game Of Modern Religious Genocide

Desenvolvedora: Eric ‘Sigvatr’ Vaughn

Plataforma: PC

Lançamento: Janeiro de 2008

Outro jogo que levantou muita polêmica, sobretudo nos Estados Unidos e Oriente Médio.

Como seu próprio nome indica, em Muslim Massacre nosso objetivo é matar quantos mulçumanos se coloquem em nosso caminho.

O mais curioso é que seu criador garante que sua intenção com o jogo não era instigar a violência religiosa, nem promover o ódio entre as culturas.

Pelo contrário, Sigvatr assegura que o jogo não é outra coisa senão uma crítica à política externa do governo norte-americano, e também uma mensagem aos mulçumanos para que “deixem de sentir-se ofendidos por tudo. Se aprendessem a ignorar esse povo, tudo seria melhor”.

Seja como for, Sigvatr teve que redigir um pedido público de desculpas pelo jogo, apesar de posteriormente dizer que não tinha intenção de pedir, fez porque foi obrigado.

5. The Torture Game 2

Desenvolvedora: Cmann

Plataforma: Jogo em Flash

Lançamento: Maio de 2008

The Torture Game 2 não é um jogo propriamente dito, e por isso não podemos perder ou ganhar.

Nosso único objetivo é torturar um boneco que possui todo o tipo de fluidos corporais e, como não poderia ser de outra maneira, sangra.

Para isso contamos com diversos instrumentos de tortura, inclusive uma AK-47.

Dado que o único objetivo do jogo é torturar por mero prazer, o jogo teve bastante repercussão na mídia, incluindo resenhas de portais como Fox News.

Até o momento seu criador não planeja lançar mais versões do jogo, por sorte.

6. JFK: Reloaded

Desenvolvedora: Traffic Software

Plataforma: PC

Lançamento: novembro de 2004

Disfarçado como uma “simulação histórica” o jogo JKF: Reloaded nos põe na pede de Lee Harvey Oswald com um único objetivo: recriar o assassinato de John F. Kennedy.

Seus criadores insistem que sua intenção era somente “dar vida ao momento histórico”.

Também afirmam que com seu jogo pretendem apoiar as investigações da Comissão Warren, encarregada de esclarecer o assassinato de Kennedy.

Porém, a única coisa que conseguiram foi insultar os descendentes do Presidente, e todos aqueles o admiravam.

As más intenções ficam mais acentuadas quando sabemos que a data de lançamento do jogo foi em 22 de novembro de 2004, também o 41º aniversário de assassinato de Kennedy.

O que será que passou pela cabeça da empresa?.

7. V-Tech Rampage

Desenvolvedora: Ryan Lambourn

Plataforma: PC

Lançamento: Abril/Maio de 2007

Apensar de que alguns desenvolvedores dessa lista ao menos tentaram se explicar, nosso último jogo, mas não menos pior, não conseguirá fugir da culpa.

Em V-Tech Rampage devemos recrear o massacre em que Seung-Hui Cho, um estudante sul-coreano, matou 32 de seus colegas no campus do Instituto e Universidade Virginia Tech, em 16 de abril de 2007.

Existem muitos jogos que retratam massacres similares, mas a diferença é que Ryan Lambourn não pretendia denunciar nada com V-Tech Rampage. Nas palavras da desenvolvedora “foi só por diversão”.

Uma falta de sensibilidade sem tamanho com as vítimas e familiares.

E você?

Conhecia esses jogos? Conhece algum outro que poderia estar na lista? Deixe-me saber de sua opinião nos comentários! Espero que tenham curtido o post! Abraços e até a próxima”